segunda-feira, 22 de maio de 2017

Famosos abandonam campanhas da JBS após escândalo político



Não foi só no mundo político que as recentes denúncias do dono da JBS, Joesley Batista, caiu como uma bomba .
Vários famosos que fizeram e fazem campanhas publicitárias para as marcas da empresa, como Friboi, Seara, entre outras, querem distância da associação com essa confusão.
O ator Tony Ramos foi um dos famosos que tomou uma decisão após ser noticiado o envolvimento da empresa no esquema de corrupção. Garoto- propaganda da marca Friboi, ele resolveu abandonar as campanhas da empresa e o gordo cachê que isso envolve. Tony sempre foi um exemplo de boa conduta e caráter em sua área, e está muito decepcionado com a empresa da qual foi garoto-propaganda por anos.
A operação "Carne Fraca", tempos atrás, já tinha afastado um pouco as celebridades, mas, desta vez, a correria é geral.
Ana Maria Braga, que chegou a ser nomeada uma das embaixadoras da Academia de Carnes Friboi é outra que não quer associar mais sua imagem a da marca.
Entre os que devem fugir também dessa associação estão Fátima Bernardes, Palmirinha e os chefs Alex Atala e Olivier Anquier.
Ana Paula Padrão é a garota-propaganda do Banco Original, também do grupo JBS. Também não deve persistir vinculando sua imagem.
Ninguém quer ter sua imagem ligada a esse esquema todo de corrupção revelado na semana passada.
Vai ser difícil achar novos garotos-propaganda de peso agora.

Janot pede que STF decrete prisão de Aécio e Rocha Loures

Os parlamentares foram afastados do mandato pelo ministro Edosn Fachin na semana passada

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, recorreu da decisão do ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, que negou a prisão preventiva do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). Janot pede que o ministro reconsidere a decisão ou leve com urgência o caso para o plenário, com intuito de que os 11 ministros da Corte analisem a possibilidade de prisão dos parlamentares.
Os dois já foram afastados do mandato por Fachin na última quinta-feira, quando foi deflagrada a Operação Patmos, com base nas revelações de empresários do grupo J&F em delação premiada. Segundo Janot, a prisão preventiva é "imprescindível" para garantia da ordem pública e instrução criminal, diante de fatos gravíssimos que teriam sido cometidos pelos parlamentares.
Aécio e Rocha Loures foram gravados por Joesley Batista em negociação de pagamento de propina pelo empresário. Depois, ambos foram alvos de ações controladas pela PGR. Um interlocutor de Aécio e o próprio Rocha Loures aparecem nas filmagens recebendo dinheiro em espécie.
Ao pedir a prisão dos parlamentares a Fachin, Janot apontou que a situação era "excepcional": "No tocante às situações expostas neste recurso, a solução não há de ser diversa: a excepcionalidade dos fatos impõe medidas também excepcionais".
Janot argumenta no recurso encaminhado ao STF que as gravações ambientais e interceptações telefônicas demonstram que Aécio e Loures "vêm adotando, constante e reiteradamente, estratégias de obstrução de investigações da Operação Lava Jato".
De acordo com a PGR, a prisão só não foi decretada no momento do flagrante do pagamento de propina para que os investigadores pudessem coletar provas ainda mais robustas contra os congressistas.
"Nesse sentido é importante destacar que a ação controlada requerida no bojo da Ação Cautelar 4315 não objetivou apenas monitorar o pagamento da propina destinada ao senador Aécio Neves, mas também os repasses de valores espúrios ajustados entre Joesley Batista, o presidente da República, Michel Temer, e o deputado Rodrigo Loures", afirma Janot.
Devido à influência e poder dos dois parlamentares, Janot considera que a liberdade dos dois pode gerar "uso espúrio do poder político" e "manter encontros indevidos em lugares inadequados".
Ao determinar o afastamento de Aécio e Rocha Loures do mandato, sem autorizar a prisão, Fachin já havia indicado que eventual recurso seria encaminhado ao plenário do STF.
O Supremo Tribunal Federal já prendeu um congressista no exercício do mandato em decisão unânime da 2ª Turma do Tribunal, quando foi decretada a prisão do então senador Delcídio Amaral.
Fonte: R7

Pai de primo de Aécio confirma desabafo: “Ele não honra a memória do pai e do avô”

"Meu filho está preso por causa de sua lealdade a você", publicou tio do senador



Circulou nas redes sociais, neste domingo (21), um texto atribuído ao desembargador aposentado Lauro Pacheco de Medeiros Filho com fortes críticas ao senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG). Nele, o pai do advogado Frederico Medeiros, preso na semana passada por buscar parte da propina acertada pelo primo com o dono da JBS, desabafa: falta a Aécio “qualidade moral e intelectual para o exercício do cargo que disputou de presidente da República”. O Truco – projeto de checagem de dados da Agência Pública – verificou a postagem e constatou que o texto é verdadeiro.
A informação foi confirmada à Pública pelo próprio Lauro. “[Meu filho] fez aquilo de boa fé. Fiquei com um sentimento de revolta muito grande com o Aécio. Sempre fui um admirador dele, mas a decepção é grande, com aquela imagem de bom moço…”, afirmou.
Advogado e empresário, Frederico é filho do primeiro casamento de Lauro com uma das sobrinhas de Risoleta Neves, avó de Aécio que foi casada com Tancredo Neves por quase 50 anos. Lauro foi nomeado procurador-geral da Justiça em Minas Gerais quando o tio torto Tancredo assumiu o governo do Estado, em 1983. Mais tarde, Frederico também faria parte do governo do primo, entre 2003 e 2010, atuando em órgãos como a Cemig, além de ter sido um dos coordenadores de sua campanha presidencial em 2014.
“Aécio não honra a memória do avô e do pai, Aécio Cunha, que era um político honestíssimo”, afirma Lauro Pacheco, que tem 78 anos e vive em Belo Horizonte. Ele foi visitar o filho na Penitenciária Nelson Hungria, onde Frederico está preso – junto com o assessor parlamentar e cunhado do senador Zezé Perrella (PMDB-MG), Mendherson Souza Lima – desde a quarta-feira da semana passada. “Ele está bem, numa cela isolada.” Sobre as especulações de que o filho poderia fazer uma delação premiada, Lauro nega. “Ele jamais faria uma delação. Ele não sabe de nada, o Fred caiu numa enrascada”, disse.
Frederico Medeiros foi pelo menos duas vezes à sede da JBS, em São Paulo, para buscar parte da propina acertada entre o primo, Aécio Neves, e o dono da JBS, Joesley Batista. O diálogo sobre o acerto com o agora senador afastado foi gravado por Joesley. “Se for você a pegar em mãos, vou eu mesmo entregar. Mas, se você mandar alguém de sua confiança, mando alguém da minha confiança”, disse o empresário, sobre a entrega de R$ 2 milhões para o senador. Aécio respondeu: “Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu, porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do caralho”.
Ao buscar parte da propina, Frederico revelou preocupação, segundo as interceptações realizadas com a autorização da Justiça: “Outro dia estava pensando. Acordei à meia-noite e meia, o que estou fazendo? O que tenho com isso? Eu não trabalho para o Aécio, eu não sou funcionário público, sou empresário. Trabalho para sobreviver”, disse o primo para Ricardo Saud, diretor de relações institucionais da J&F. O primo de Aécio deixa claro que estava cometendo uma ilegalidade. “Eu tenho com o Aécio um compromisso de lealdade que o que precisar eu tenho de fazer. Eu falei, olha onde eu tô me metendo”, disse, para o diretor da J&F.
Sobre a situação do filho, preso numa “enroscada”, segundo ele, provocada pela deslealdade de Aécio, Lauro Pacheco de Medeiros Filho concluiu: “É uma pena”.
Veja o desabado de tio de Aécio:
“Aécio: Meu filho Frederico Pacheco de Medeiros está preso por causa de sua lealdade a você, seu primo.
Ele tem um ótimo caráter, ao contrário de você, que acaba de demonstrar não ter, usando uma expressão de seu avô Tancredo Neves, o “mínimo de cerimônia com os escrúpulos”.
Vejo agora, Aécio, que você não faz jus à memória de seu saudoso pai, o deputado Aécio Cunha. Falta-lhe, Aécio, qualidade moral e intelectual para o exercício do cargo que disputou de presidente da República.
Para o bem do Brasil, sua carreira política está encerrada.
Ass. Lauro Pacheco de Medeiros Filho
Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de Minas Gerais”

Fonte R 7

domingo, 21 de maio de 2017

AÇÃO DE PROMOÇÃO E PREVENÇÃO A SAÚDE É REALIZADA NO DISTRITO DE BOA VENTURA – ITAPERUNA-RJ


O município de Itaperuna-RJ, realizou no dia 20 de maio, sábado, a 1ª  ação de saúde de prevenção para a população do Distrito de Boa Ventura, em comemoração ao dia das Mães. A ação foi realizada através da Secretaria de Ação Social, Trabalho e Habitação em parceria com Secretaria Municipal de Saúde do município.

Agentes dos Programas de Saúde proporcionaram para a população serviços de aferição de pressão arterial, teste de glicemia, vacinação contra a gripe e febre amarela, além de audiometria (grau de audição). Foi oferecido um dia de beleza com serviços de cabeleireiro, manicure e design de sobrancelhas a todas as mães presentes.


O Prefeito do município, Dr. Marcus Vinicius, participou da ação onde agradeceu a ajuda dos profissionais envolvidos, e mencionou a importância desta ação para a população. A Ação contou com a presença da Presidente da Câmara Amanda da Aidê, o Coordenador do PSF o enfermeiro Robinho que representou o Secretário de Saúde Alexandre Martins, Jefferson Ferreira, e várias pessoas que se beneficiaram desta  prevenção oferecida pelos profissionais da saúde envolvidos no projeto,  o objetivo deste  projeto foi de ampliar a prevenção e os cuidados com a saúde do povo de Boa Ventura.


























sábado, 20 de maio de 2017

Caminhos para tirar um presidente da república são demorados

Outra porta jurídica que resultaria na retirada do presidente do cargo é se o TSE cassar a chapa Dilma-Temer



























Brasília – A abertura de inquérito autorizada pelo Supremo Tribunal Federal para investigar o presidente Michel Temer está longe de resultar na queda do comandante do Palácio do Planalto. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse que se concluir que Temer é culpado pelo crime de obstrução da Justiça ou por integrar organização criminosa — qualquer uma das penas varia de três a oito anos de reclusão — terá que submeter primeiro a ação penal à Câmara dos Deputados.
Os parlamentares vão avaliar se o caso tem elementos ou não para a formalização da denúncia. Se houver, a ação só será enviada para a análise do Supremo com o voto favorável de no mínimo 342 deputados. “Com o STF aceitando a denúncia do procurador-geral, o presidente será afastado sem prazo determinado”, explicou o advogado criminalista Thiago Bottino, professor da FGV Rio.
Isso porque trata-se de crime comum, aquele que qualquer um pode cometer. Ontem, o Supremo autorizou que o presidente tivesse acesso à delação de um dos donos do grupo JBS, Joesley Batista. Ele gravou Temer dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Outra porta jurídica que resultaria na retirada do presidente do cargo é se o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassar a chapa Dilma-Temer por abuso de poder econômico na última eleição. Dessa decisão caberá recurso no Supremo. “Nesse caso, a tendência no STF é de confirmar a decisão eleitoral. Então, o presidente da Câmara dos Deputados assumiria e convocaria eleição em 30 dias”, explicou o presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Roberto Carvalho Veloso.
Segundo a Constituição Federal, os candidatos têm que ter no mínimo 35 anos e ser filiados a partido para concorrer na eleição que será feita pelo Congresso Nacional. “O ex-presidente Lula poderia participar, por exemplo. Só os considerados inelegíveis não estão aptos”, pontuou Veloso.
Emenda prevê voto direto para presidente
O clamor das ruas é o maior combustível para a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC), do deputado federal Miro Teixeira (Rede-RJ), que prevê eleições diretas, caso o presidente Michel Temer seja cassado ou renuncie. Essa é a avaliação de Geraldo Tadeu, cientista político da Uerj. Teixeira acredita que a PEC entrará em pauta da Câmara dos Deputados terça-feira. E mais: teria fôlego para ser aprovado em até três semanas, tramitando entre a Câmara e o Senado.
“Nesse momento é difícil cravar alguma coisa. Mas as eleições diretas são a solução mais rápida para a crise”, opinou Geraldo Tadeu. Miro Teixeira afirmou que a PEC vai para a Comissão de Constituição e Justiça na Câmara dos Deputados e pode ser aprovada na terça-feira mesmo.
A partir daí, é criada a Comissão Especial, em regra com 30 membros. Haveria dez sessões para a apresentação de emendas. Depois, votação duas vezes no plenário. Para passar são necessários 308 votos.
“A seguir, vai para o Senado Federal e é enviada à Comissão de Constituição e Justiça. Aprovada, o plenário tem que votar duas vezes e precisaríamos de, no mínimo, 49 votos em cada votação”, disse Miro.
Há ainda há a possibilidade de impeachment de Michel Temer, mas para Geraldo Tadeu essa opção é a mais remota, apesar dos pedidos protocolados. “Demoraria muito esse processo. O pronunciamento de Temer foi previsível. Todo mundo que é investigado pela Lava Jato diz que vai provar inocência. O presidente está preocupado com o dia a dia da crise. A voz das ruas é fundamental para a aprovação das eleições diretas”, avaliou Geraldo Tadeu.


TÁ NA HORA DE VACINAR OS MENINOS DE 12 A 13 ANOS CONTRA O HPV