domingo, 26 de março de 2017

MORADORES DE CARABUÇU REALIZA OPERAÇÃO TAPA BURACOS! UMA VERGONHA!



Moradores de Carabuçu, distrito de Bom Jesus do Itabapoana-RJ, cansados de esperar se organizaram para tapar os buracos da estrada que liga Carabuçu a RJ 230, com concretos doados pela comunidade, pois a Prefeitura de Bom Jesus do Itabapoana-RJ não está fazendo os serviços essenciais e muito menos está dando condições ao Administrador Distrital para trabalhar, pois a mesma não contrata profissionais. Essa é a Mudança que o povo queria! Relata uma moradora daquela localidade.

Não é de hoje que a estrada esburacada que liga a RJ 230 a Carabuçú, têm sido um dos principais alvos de reclamações dos moradores nas redes sociais. Diante da demora em realizar a manutenção por parte do Poder Público, através do Secretário de obras Vinicius Borges, pois o mesmo  disse em resposta aos moradores nas redes sociais que o problema seria resolvido, mais devido a demora os próprios moradores do Distrito se mobilizaram para tapar os buracos.

A situação já tem preocupado a comunidade. O motorista desvia de uma depressão na pista, mas cai em outra. Alguns veículos acabam invadindo a contramão. "Os buracos são tantos, que alguns carros acabam colidindo com outros”.

Carabuçu berço político, social e cultural do município de Bom Jesus do Itabapoana, merece respeito. “O respeito é a alma do progresso, e o porto seguro das grandes aspirações da humanidade”.










sábado, 25 de março de 2017

Consumidores podem negociar dívidas com desconto de até 90%

Acesso à Internet começa segunda-feira


Os consumidores endividados podem aproveitar evento da Serasa Experian para acertar as contas em atraso. A partir da próxima segunda-feira, quem está com o nome sujo na praça por conta de dívidas com empresas de vários segmentos (bancos, varejo, empresas de telefonia, entre outros) terá oportunidade de renegociar os débitos e conseguir descontos que chegam a 90% do valor total da dívida.
A entidade organiza uma campanha para que clientes em atraso possam pôr a vida em dia pela internet ou pessoalmente com as empresas participantes. O evento vai até o dia 2 de abril.
Conforme a Serasa, são pelo menos 20 mil postos de atendimento em todo o país, além dos canais exclusivos de atendimento ao consumidor. A consulta aos endereços e os horários deve ser feita no www.liquidadividas.com.br. 
Os especialistas da entidade orientam que os trabalhadores inadimplentes que têm direito a sacar o FGTS de suas contas inativas devem usar uma parte desses recursos para quitar dívidas pendentes.
De acordo com a Serasa, até o agora 20 empresas confirmaram que vão participar do Liquida Dívidas: Banco Itaú Unibanco, Recovery, Caixa Econômica Federal, AES Eletropaulo, Enel, Oi, TIM, SKY, Banco Honda, Qualicorp, BV Financeira, Calcard, Tricard, Compesa, Koerich, Kredilig, Bemol, Portocred, Cemig e Pernambucanas. 
A Serasa informou que mais empresas vão acertar sua participação no evento de renegociação.
Fonte: O Dia

Distrito de Santo Eduardo - RJ memória social, religiosa e cultural

Histórias e a memória social, religiosa e cultural passaram pela Estação Ferroviária e pela Igreja de Santo Eduardo




Da Redação com assessoria
As histórias e a memória social, religiosa e cultural passaram pela Estação Ferroviária e pela Igreja de Santo Eduardo, na região norte de Campos. A partir da chegada dos trens, o distrito iniciou seu processo de desenvolvimento. Os moradores lamentam o estado do prédio da estação, por onde circulavam as histórias e estórias, constituindo um legado, que precisa ser preservado. A igreja foi palco de muitas lutas para a preservação da fé católica. 

Inaugurada em 1879, a Estação Ferroviária é um dos locais de importância para Santo Eduardo. Pelos trilhos chegou o desenvolvimento do distrito, que foi criado em 1861.

Pelos trilhos era transportado o café produzido na região do Vale do Itabapoana para o Rio de Janeiro. Para os moradores mais antigos, o saudosismo de um tempo que o trem era o único meio de transporte para a locomoção dos moradores. Por Santo Eduardo passava um trem de Cachoeiro de Itapemirim (ES) com destino ao Rio de Janeiro, passando por Campos.  “É muito frustrante termos uma obra tão bonita e rara na nossa comunidade, mas abandonada desta forma. A estação tem tudo para ser considerada um patrimônio cultural de Campos, mas falta sensibilidade aos nossos governantes e atitude para inverter esta situação. Um monumento com arquitetura genuinamente inglesa, muito bem planejada assim não tem em qualquer lugar por aí afora”, ressaltou o fotógrafo Lenilson Werneck.

Para Fábio Grey Ferreira Ramos, 53 anos, que mora nas proximidades da estação, a reforma do prédio representa o resgate da história do distrito, que teve na ferrovia o início do desenvolvimento em todos os aspectos, desde a mobilidade dos moradores até a chegada de bens de consumo. “Lembro-me com muitas saudades da época que o Cacique, que transportava passageiros e que agitava o lugar, pois vinham passageiros de toda a região, principalmente de Bom Jesus do Itabapoana para embarcar à noite para o Rio de Janeiro. Santo Eduardo era bem animado por conta desse movimento. Um tempo que deixou muitas lembranças”, revelou Fábio.

Resgatar a história do distrito é uma das preocupações dos moradores, que no ano passado conheceram um pouco dos tempos que o trem teve uma grande importância para a comunidade. Na festa do padroeiro foi apresentado em desfile parte desse legado, que traduz um pedaço da história construída ao longo dos tempos. 

A Igreja de Santo Eduardo, inaugurada em 1937, tem nas festas apresentado contextos de história e da memória do distrito. A devoção ao santo já é tradição e a festa reúne moradores e visitantes. Neste tempo são realizadas atividades culturais que ajudam a construção do processo de cidadania e integração religiosa e social. “Todos os anos a festa do nosso padroeiro Santo Eduardo dedica um momento a resgatar o legado e a contribuição de nossos antepassados que ajudaram a construir nossa história. E a estação ferroviária é um lugar de muitos acontecimentos que marcaram nossa memória, recordando com saudades tantos momentos, tanto alegres como tristes”, recordou a comerciante Rita 

Fonte: O Diario

Jonas Lopes recebe autorização para deixar o país


Delator do esquema de corrupção que envolve empresas, políticos, prefeitos e conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE), o ex-presidente da Corte, Jonas Lopes de Carvalho, a mulher, o filho de dele, o advogado Jonas Lopes Neto, a nora e os dois netos já estão fora do país. A autorização da viagem da família, por 40 dias, foi concedida pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Felix Fischer. Jonas comandou o tribunal de 2011 a 2016, ápice das obras da Copa do Mundo e da Olimpíada.
Nos bastidores é dado como certo que o ex-presidente, atualmente licenciado, apontou seis conselheiros e um ex-membro da Corte como integrantes do esquema de propina, além de prefeitos e megaempresa de prestação de serviço cujo dono fez fortuna durante a gestão do ex-governador Sérgio Cabral, preso no fim do ano passado na Operação Calicute. Hoje, ele e mais 11 pessoas são réus na Justiça Federal por desvios dos cofres públicos avaliados em R$ 224 milhões.
Jonas também revelou no acordo convênios fraudulentos no governo Cabral. Mas há uma grita geral em relação à credibilidade da delação porque ele não denunciou esquema na prefeitura de um grande aliado político que se confunde com a sua trajetória de vida. Aos mais íntimos, Jonas contou que decidiu ajudar as investigações da Procuradoria-Geral da República (PGR) para salvar a carreira do filho, ainda considerado um jovem advogado.
Para Lopes abrir o ‘bico’ pesaram as acusações contra Jonas Neto de ter clientela, principalmente de prefeitos, que se beneficiavam com a paralisação de fiscalizações na Corte. A atuação do filho levou Jonas a se indispor até com um conselheiro que foi avisá-lo do fato do esquema ser comentado nos bastidores da Corte e até na Assembleia Legislativa (Alerj).
O tribunal começou a ser exposto a partir da delação de dois ex-executivos da Andrade Gutierrez, Clóvis Renato Primo e Rogério Nora de Sá. Eles contaram que, para garantir a aprovação dos contratos de obras e aditivos no TCE, pagaram propina no valor de 1% do dinheiro repassado à empreiteira.
Como então presidente do tribunal, Jonas tinha o poder de paralisar as fiscalizações do corpo instrutivo do TCE nas obras do Maracanã, Arco Metropolitano, PAC das Favelas e Linha 4 do Metrô. Esses procedimentos, segundo investigação da Polícia Federal, ficaram ‘engavetados’ no gabinete do então presidente. Só no caso do Maracanã eram 22 processos parados no TCE.
Até na casa de Jonas foram apreendidos documentos referentes às obras. Os investigadores recolheram três celulares, um deles com linha dos Estados Unidos que serviria para negociações com empreiteiras e políticos.
Lava Jato joga duro para aceitar acordo com Cavendish
A Força-Tarefa da Lava Jato joga duro para aceitar a delação premiada do empresário Fernando Cavendish, dono da Delta Construções. Por enquanto, o acordo ainda não foi homologado pela Justiça. Nos bastidores, a maior explicação é a de que Cavendish não estaria ainda muito disposto a denunciar membros da estrutura da Justiça. O que não é o caso de Carlos Miranda, apontado como operador do esquema do ex-governador Sérgio Cabral. Ele teria colocado no papel informações sobre importante representante da estrutura da Justiça que teria atendido pedido de favor de Cabral e, em troca, recebido R$ 2 milhões.
Na terça-feira, o Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, fez um discurso duro, na sede do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), durante a cerimônia de entrega de R$ 250 milhões desviados pelo esquema liderado pelo ex-governador. O dinheiro recebeu um carimbo especial: pagamento do 13º salário a 147.342 servidores com vencimentos até R$ 3.200.
Na solenidade, Janot criticou ferozmente a corrupção no Rio de Janeiro e no Brasil. “É triste verificar que o Estado do Rio de Janeiro atravessa uma crise financeira, ética e política. Quando o Rio de Janeiro dobra o joelho, o Brasil dobra o joelho. Como podemos reagir a essa insana corrupção que assola o Brasil? As instituições são chamadas para mostrar ao que vieram. Magistratura, Ministério Público e a polícia através de um trabalho de cooperação contra o crime organizado que se enraizou no Rio de Janeiro e no Brasil. Esse dinheiro volta para o lugar de onde nunca devia ter saído: os cofres públicos para servir à sociedade do Rio”, afirmou.
Na ocasião, o procurador Eduardo El Hage revelou que a fortuna de Cabral explodiu quando ele passou a ocupar o Palácio Guanabara, em 2007. A partir daí aumentou de US$ 6 milhões para mais de US$ 100 milhões, o equivalente a mais de R$ 300 milhões.
Fonte O Dia

CINEMA NA PRAÇA EM SÃO JOÃO DO PARAÍSO FOI UM SUCESSO!


Com apoio da Prefeitura Municipal de Cambuci-RJ, através da Secretaria de Cultura e Turismo, o projeto Cinema na Praça,  nesta sexta-feira, dia 24 de março,  foi no Distrito de São João  do Paraíso com o filme “Procurando Dory”, onde as famílias se reuniram para um lazer construtivo a sociedade.

É pela expressão do lúdico que a criança se manifesta, e pelo contato com histórias adequadas à sua faixa etária que cria condições para articular os valores ensinados no seu dia a dia. Disse o Prefeito Agnaldinho.

Precisamos de muitos eventos como esse, foi um momento muito agradável, família e diversão com cultura que encantou as crianças de São João do Paraíso. Tudo de bom! Acrescentou o Prefeito.


O projeto é um sucesso de público e mais do que isso, uma iniciativa pela infância, que merece apoio. O Projeto permite que crianças (de todas as idades!) vivenciem de pertinho a magia dos personagens que habitam o imaginário infantil. Tudo acontece num ritual de cinema: escurinho, som alto, telona e pipoca.




 


































Fonte Tempo News e Blog do Luiz Carlos Gomes
Fotos Ramom Barroso

sexta-feira, 24 de março de 2017

DEPUTADO FEDERAL DELEY VISITA SINSEMCAM - CARDOSO MOREIRA-RJ


Nesta sexta-feira, dia 24 de março o Deputado Federal Deley, ídolo do Fluminense visitou o SINSEMCAM - Sindicato dos Servidores Municipais de Cardoso Moreira-RJ, a convite do Presidente do Sindicato Carlos Eduardo de Azevedo Higino. Presentes o advogado do Sindicato Dr. Antonio, Vereadora Geane Vincler, Ex Secretário de Cultura Fernando Melo,  Diretor do Sindicato Rondineli e as Secretárias Silesia e Taty, além da presença de vários servidores recepcionando o Deputado.

O Deputado mostrou solidariedade às causas do Sindicato disponibilizando uma Emenda parlamentar para o Município de Cardoso Moreira. Essa visita demonstra mais uma vez como o SINSEMCAM está engajado na luta constante pelos direitos dos servidores.

O Deputado Deley em suas falas elogiou o Presidente Carlinho Marão pelo belo trabalho em prol dos Servidores do Município, além de elogiar a estrutura e espaço físico do Sindicato.










Entenda: o que é terceirização e como ela afeta a vida do trabalhador?

Especialistas respondem a dez questionamentos sobre o tema





A Câmara aprovou nesta quarta-feira (22) um projeto de 1998 que libera a tercveirização para qualquer ramo de atividade nas empresas. O projeto vai para sanção do Presidente Michel Temer. Especialistas respondem a dez perguntas para explicar o que é terceirização e que mudanças ela pode causar na vida dos trabalhadores brasileiros.


  1. O que é a terceirização?
Terceirização acontece quando uma empresa contrata outra empresa para cuidar de uma tarefa, em vez de ter funcionários próprios para isso. Por exemplo: Uma grande empresa que contrata outra para cuidar da limpeza ou da segurança, em vez de ter funcionários próprios fazendo isso.
  1. Como ela afeta a sua vida?
Ela interfere na forma como as empresas se relacionam com os trabalhadores. Define, por exemplo, se os trabalhadores precisam ser contratados com carteira assinada, se podem ser contratados como prestadores de serviço ou se podem ser substituídos por uma empresa – que tem seus próprios funcionários e oferece o mesmo serviço.
  1. Qual é a regra que vale hoje?
Até esse projeto ser sancionado pelo Presidente Michel Temer, não há uma lei específica sobre terceirização. Para lidar com essa falta de lei, o TST (Tribunal Superior do Trabalho), depois de julgar muitos casos, definiu uma súmula [regra]: as empresas podem terceirizar as atividades-meio, mas não podem terceirizar as atividades-fim. O que é isso?
A atividade-fim é aquela ligada ao negócio principal de uma empresa. Por exemplo: em uma pizzaria, o pizzaiolo participa da atividade-fim, que, no caso, é fazer pizzas. A atividade-meio tem uma definição menos clara. No exemplo da pizzaria, quem faz a limpeza do local ou entrega as pizzas desempenha a atividade-meio.
A súmula do TST cita claramente algumas atividades que podem ser terceirizadas: vigilância, conservação e limpeza. Essa súmula serve como orientação, mas os demais juízes não são obrigados a segui-la.
  1. O que propõe a nova lei?
No projeto aprovado pelo Congresso, deixa de existir a diferenciação entre atividade-meio e atividade-fim e todas as funções podem ser terceirizadas.
Uma pizzaria, por exemplo, poderia terceirizar o serviço do pizzaiolo, do telefonista, além da entrega e da área de limpeza.
  1. Quem fica responsável pelos direitos do trabalhador?
O projeto aprovado pelo Congresso mantém o que diz a súmula do TST: a empresa que contrata os serviços terceirizados tem “responsabilidade subsidiária” em relação às obrigações trabalhistas da prestadora de serviços. Isso quer dizer que a responsabilidade é da empresa que presta o serviço e, depois, de quem a contratou.
Por exemplo: em vez de contratar um motoboy, a pizzaria contratou uma empresa que presta serviços de motoboy para fazer a entrega das pizzas. De repente, essa empresa deixa de pagar os direitos dos funcionários. O motoboy, então, entra na Justiça e ganha a ação. Primeiramente, a Justiça vai usar os bens da empresa de motoboys para pagá-lo. Se não for o suficiente, os bens da pizzaria poderão ser penhorados também.
Isso também vale se a empresa que presta os serviços falir ou deixar de existir. No caso acima, caberia à pizzaria pagar os direitos do motoboy.
  1. O que muda para os trabalhadores temporários?
O projeto aprovado agora também muda regras para a contratação de temporários: o prazo máximo passa de três meses para 180 dias, seguidos ou não. Esse prazo inicial ainda pode ser prorrogado por mais 90 dias, seguidos ou não. O prazo máximo de contratação ainda poderá ser mudado por meio de acordo ou convenção coletiva de trabalho.
  1. Essas mudanças já estão valendo?
Ainda não. O projeto aprovado pela Câmara precisa, primeiro, ser sancionado pelo Presidente Michel Temer, que também pode vetar trechos dele. Além disso, há um outro projeto sobre o tema, aprovado em 2014 pela Câmara e atualmente tramitando no Senado. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), afirmou que vai colocar para votação esse outro projeto, o que pode levar a alterações nas regras aprovadas agora pela Câmara.
  1. Por que o tema é tão polêmico?
Algumas pessoas afirmam que é bom liberar a terceirização para todas as atividades para reduzir os custos das empresas, aumentar a produtividade e gerar mais empregos. Outras criticam, dizendo que a mudança diminuiria a proteção aos direitos dos trabalhadores.
  1. Quem é a favor diz o quê?
A Confederação Nacional da Indústria (CNI), por exemplo, defende que liberar a terceirização para todas as atividades deve reduzir custos operacionais e baixar o preço final dos produtos para o consumidor. “Eu defendo terceirização por melhoria da produtividade, da competitividade”, diz Alexandre Furlan, presidente do Conselho de Relações do Trabalho da CNI. Segundo ele, isso reduziria o desemprego.
Para ele, a mudança não deve gerar piores condições de trabalho, porque empresas terceirizadas que cometam irregularidades contra os trabalhadores serão punidas. “Terceirização não é sinônimo de fraude trabalhista”, afirma.
  1. Quem é contra diz o quê?
A Central Única dos Trabalhadores (CUT), por exemplo, é contra a terceirização. A CUT afirma que isso vai desestruturar o mercado de trabalho e piorar as condições dos trabalhadores, além de permitir que qualquer empresa possa terceirizar todo seu quadro de funcionários. Dessa forma, segundo a CUT, a empresa não assume a responsabilidade sobre os terceirizados para gastar menos.
Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontam que os salários do terceirizados são, em média, 25% mais baixos do que os dos trabalhadores contratados diretamente. Além disso, segundo o Dieese, a carga horária semanal é de três horas a mais e o número de acidentes de trabalho é maior em relação aos funcionários diretos.
Campos 24h